sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ocorrência de Equilíbrio Sustentável!!!

Pessoal, preciso divulgar urgente a existência do equilíbrio sustentável entre a economia, a sociedade e o meio ambiente.

No caso que apresentarei há na parte social geração de emprego, engajamento dos envolvidos e cidadania; na parte econômica há retorno do capital para todos os envolvidos; e, na parte ecológica preservação de recursos naturais, diminuição de resíduos dispostos no meio ambiente e reaproveitamento de materiais promovendo a eco-eficiência.

Este caso é apresentado pelo blogueiro André Trigueira pelo Jornal da Globo no quadro Coluna Sustentável sob o título Lonas usadas em shows e eventos são reutilizadas por ONG carioca.


As lonas usadas em shows, eventos corporativos, outdoors e banners publicitários, que iam parar no lixo, agora têm outro destino. Milhares de toneladas de lona acabam indo para o lixo ao final dos eventos. São 400 anos para se decompor. Um lixo composto de PVC, fibras e nylon. Entretanto, uma ONG encontrou a solução para o problema.

A ideia surgiu dentro de uma agência de eventos corporativos. A gente tinha um grande problema que era a gestão de resíduos no fim do evento. A gente percebeu que o material mais nocivo e repetia em grande escala era a lona vinílica”, explica a presidente da ONG Tem Quem Queira Adriana Gryner.

Agora, as lonas são levadas para uma das três oficinas da ONG, no centro do Rio de Janeiro. Lá, uma equipe de funcionários formada por detentos em regime semi-aberto bota a mão na massa. “Estou conseguindo, estou caminhando. Ainda não estou totalmente aqui fora, mas já tenho uma perspectiva de vida quando sair”, diz Raquel Souza da Silva.

Esse trabalho criativo inédito foi reconhecido em 2009, pelo Prêmio Rio Sociocultural, que premia as melhores ideias em sustentabilidade do estado e em em 2011, com o Selo Benchmarking Socioambiental, uma iniciativa brasileira independente, de fomento a sustentabilidade, com reconhecimento internacional.


Outros exemplo foi encontrado na cidade de Ponta Grossa/PR no projeto conhecido como Sacolona.

O projeto socioambiental SacoLona, faz sucesso no Paraná desde 2008, está ganhando adesões por todo o Brasil. Desenvolvido pela concessionária CCR RodoNorte em parceria com a Associação para Produção de Sacolas Retornáveis (Aprosar), foi eleito uma das melhores iniciativas de reciclagem do Sul do Brasil. Desta vez, o reconhecimento foi concedido pelo Prêmio Expressão de Ecologia, que envolve especificamente projetos apresentados por empresas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


Fontes
ONG Tem Quem Queira. http://www.temquemqueira.com.br/
Projeto Sacolona. http://www.druzba.com.br/biz/projeto-sacolona.
TRIGUEIRO, Andre. Lonas usadas em shows e eventos são reutilizadas por ONG carioca. Coluna Sustentável. Jornal da Globo. 15.nov.2012.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

TI Verde

           A tecnologia da Informação verde, ou apenas TI Verde, é uma expressão que tem sido utilizada pelo setor de tecnologia para incorporar a preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade. Consiste na soma de economia de energia com gestão de recursos desde as cadeias produtivas, e todo o ciclo que vai da extração de matéria-prima até o final da vida útil do equipamento, incluindo o seu descarte (SILVA, et al., 2010). Também está associado a não utilização de metais pesados na sua constituição, conforme sugere sua aquisição na IN n. 01/2010 e Portaria 02/2010.
     
       O objetivo da aplicação da TI Verde é reduzir o uso de materiais perigosos, maximizar a eficiência energética durante a vida do produto e promover a reciclagem ou biodegradabilidade dos resíduos eletrônicos e subprodutos de sua fabricação.
         
       As áreas de focos são:
  • computação com o uso eficiente da energia;
  • gerenciamento de energia;
  • projetos de Data Centers Verdes;
  • virtualização de servidores;
  • descarte responsável e reciclagem;
  • utilização de fontes de energia renováveis; e
  • adquirir produtos de TI com selos ecológicos.
           Institucionalmente a TI Verde pode ser aplicadada de três maneiras: (1) no momento da aquisição exigindo dos fabricantes e/ou fornecedores que os equipamentos atendam a legislação anteriormente citada e/ou contendo certificações verdes (TCO; Energy Star); (2) na questão de economicidade de energia aplicando métodos de computação com o uso eficiente da energia; gerenciamento de energia; desenvolvendo projetos de Data Centers Verdes; virtualização de servidores; descarte responsável e reciclagem bem como utilizando fontes de energia renováveis e; (3) no descarte correto dos equipamentos.

         Desta forma, é essencial adotar uma estratégia de aplicação destes quesitos. Conforme sugere Silva et al. (2010) a três formas de abordagem:

       Abordagem incremental:

      programar métodos de redução no consumo de energia elétrica (função de dormir, espera ou hibernação)
      preserva a infraestrutura atual
      baixo custo
       Abordagem estratégica:
      auditoria na infraestrutura de TI
      upgrade´s, descarte dos equipamentos ou até sua substituição
      análise de algoritmos e reengenharia de sistemas
      redução no consumo de energia elétrica e CO2
       Abordagem radical verde:
      inclui plantio de árvores, a compra de créditos de carbono, geração de energia limpa, reutilização de recursos naturais como água das chuvas por meio de cisternas, e criação de programas de incentivo para que os funcionários, alunos e comunidade.
 
 

REFERÊNCIAS

 
SILVA, Manoel R. P.; ZANETI, Gislaine B.; ZAGO, Maria G. et al. TI Verde: Princípios e práticas sustentáveis para aplicação em universidades. Disponível em: Acesso em: 13 jul. 2010.
 
Instrução normativa nº 01/2010: Critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens, contratação de serviços ou obras pela Administração Pública Federal
Portaria nº 2/2010 SLTI/MP: Art. 2º Parágrafo 1º - Em atendimento à Instrução Normativa nº 01 de 19 de janeiro de 2010 da SLTI/MP, contemplar preferencialmente as especificações de bens citadas com configurações aderentes aos computadores sustentáveis, também chamados TI Verde, utilizando assim materiais que reduzam o impacto ambiental.

OUTRAS REFERÊNCIAS

 
 
 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Embalagens metalizadas flexíveis

     Conhecidas genericamente como embalagens flexíveis ou convertidas além de serem flexíveis no seu material também são no seu uso. Podem ser monomateriais ou laminada com multimateriais, dependendo do seu uso.
      Devido à diversidade de materiais utilizados, sua devida reciclagem, após o seu uso, dificilmente acontece. Por isso a importância de conhecer como são feitas e que soluções já existem após serem usadas.
      Como existem várias embalagens feitas com este material, neste post, vou falar mais especificamente das embalagens usadas para alimentos tipo snacks como salgadinhos e biscoitos. Como são muitas informações esse post será dividido em dois. O primeiro falará das embalagem BOPP metalizada ou não, e o segundo post será sobre as embalagens laminadas feitas com camadas de vários materiais.

Composição estrutural     A composição estrutural deve ser feita em função do conteúdo a ser acondicionado. Ela pode ser standard, média, média alta e alta. Para as embalagens de snacks (como os cookies) a composição estrutural é a standard.
     Os materiais utilizados, em geral, são os filmes de PE, PP, BOPP e filmes metalizados.

Composição estrutural da embalagem embalagem laminada standard (para snacks e biscoitos)
Filme de BOPP
Impressão
Adesivo de Performance Standard
Filme BOPP metalizado.

Embalagem flexível metalizada.


     As embalagens mais encontradas no mercado são as embalagens de polipropileno biorientado (BOPP) metalizado. Elas acondicionam uma ampla gama de produtos, pois agregam boas propriedades mecânicas e de barreira a gases de umidade.
      O processo de metalização consiste na impregnação do filme por uma finíssima camada de metal (alumínio). Essa aplicação é conseguida por meio do vapor de alumínio. Todo o filme torna-se espelhado com uma excelente apresentação.

Vantagens:      Possui propriedades de alta barreira ao vapor d´água e ao oxigênio, com a face metalizada e tratada, preparada para impressão e/ou laminação e a face oposta termosselável. Agregam boas propriedades mecânicas e de barreira a gases de umidade.
Desvantagens:      Contudo, essas propriedades, assim como a aparência, a termossoldagem, a integridade e o desempenho da embalagem são comprometidos quando ocorre a delaminação da estrutura laminada. Além do mercado de reciclagem deste material ainda é muito pequeno, sendo seu provável destino um aterros sanitário.

Rotulagem
      Apesar da norma ABNT NBR 13.230 (ASSOCIAÇÃO, 2008) não fazer referência específica aos plásticos flexíveis, porém as embalagens flexíveis também devem adotar a simbologia desta norma.
      Recomenda-se que os materiais de BOPP, metalizados ou não, apresentem o símbolo de reciclagem do PP, número 5.
      O uso do símbolo de identificação de materiais contribui para a melhoria da identificação das embalagens plásticas disponíveis no mercado brasileiro e a sua devida reciclagem. As embalagens brasileiras, por não ter um legislação mais específica para isso, quando usam o usam símbolo, em vários momentos é usado de forma incorreta. Desta forma acabam prejudicando a cadeia de reciclagem do plástico no pós-consumo.

Reciclagem BOPP (metalizado ou não)
       No banco de dados da Plastivida constam 196 empresas recicladoras de PP no Estado de São Paulo (PLASTIVIDA, 2008). Com a finalidade de confirmar a reciclagem de BOPP por estas empresas recicladoras de PP.
       No relatório “Simbologia de reciclagem para laminados de BOPP”, produzido pelo CETEA, encomendado pela Vitopel fabricante de BOPP, entraram em contato com 19 empresas, sendo que oito destas empresas confirmaram que não reciclam BOPP. Em grande número das empresas consultadas, os funcionários sequer conheciam o material BOPP. E somente duas das empresas consultadas reciclavam BOPP (apenas o metalizado) pré consumo.
       Segundo as informações divulgadas, estas empresas não trabalham com BOPP pós-consumo devido aos problemas de lavagem e separação do material coletado. Em alguns casos (não especificados), a presença da tinta de impressão dificulta a reciclagem. Já a metalização não apresenta este problema.
        Segundo o CETEA, uma vez que a espessura da camada de alumínio (da ordem de 30 nm) presente nas embalagens de BOPP metalizadas é cerca de 1.000 vezes menor do que a espessura do filme de BOPP (da ordem de 20 μm) e não foi identificado nenhum problema tecnológico para a reciclagem deste material, é um material tecnicamente reciclável, porém apenas o de origem industrial e por poucas empresas.
       Recomenda-se também que sejam investigados com maior profundidade os problemas causados pela impressão, a fim de que, com o auxílio dos formuladores de tinta, esses problemas possam ser contornados.

Materiais feitos com embalagens flexíveis metalizadas
Vitopaper

       A Vitopel empresa que fabrica o BOPP e outros filmes, para fechar o ciclo de vida de seus filmes flexíveis – e também de outros plásticos – desenvolveu o Vitopaper, papel sintético feito de plásticos reciclados do pós-consumo, como as embalagens metalizadas ou transparentes, rótulos e sacolas plásticas. A fabricação do papel sintético (Vitopaper) utiliza a tecnologia aplicada na produção de filmes flexíveis de polipropileno, porém com o diferencial de usar diversos tipos de plásticos que seriam destinados ao lixo.
       O Vitopaper é um material de alta qualidade visual, similar ao papel “couché”, que permite a escrita manual e a impressão pelos processos gráficos. Com textura agradável ao toque e extremamente resistente, o Vitopaper não molha, não rasga e pode ser reciclado inúmeras vezes. O Vitopaper® é um produto com patente mundial.
       A Vitopel conta com o único centro de pesquisa para desenvolvimento desta tecnologia na América Latina.

Display com BOPP reciclado 
      A PepsiCo, fabricante dos produtos Elma Chips, Quaker e Pepsi, entre outros, desenvolveu o primeiro display de produtos para ponto de venda (PDV) 100 % reciclado.
      Criada para a exposição de produtos Elma Chips, é fabricada a partir do BOPP e de poliestireno (PE).
A estimativa é de que em 2010 sejam produzidos 20 mil displays 100% reciclados, montante equivalente a 20% do volume anual de displays adquiridos pela companhia.
      O BOPP é utilizado para a construção de 95% da estrutura do expositor. Para a produção de cada unidade é material equivalente a 675 embalagens de salgadinhos.
     A geração de empregos é outro aspecto importante do programa de reciclagem do BOPP. Na Clodam, recicladora que transforma as embalagens de snacks em resina, quem executa o trabalho são detentos em regime semiaberto. A iniciativa contribui para a inserção desses presidiários no mercado de trabalho.Depois é produzido pela Fábrica de Ideias.
 Produtos feitos com embalagens
A PepsiCo além do display, em 2009, a empresa assinou acordo com a TerraCycle, empresa especializada na transformação de resíduos em bolsas, estojos e lancheiras. Para isso, foram lançadas as Brigadas PepsiCo, que têm o objetivo de engajar os consumidores no processo de reciclagem de resíduos.  A meta para 2010 é ter por volta de quatro mil pessoas envolvidas no processo de coletiva seletiva por meio das brigadas.

Pallets 
A WiseWaste, com o auxílio de dois parceiros, reciclou 136 toneladas de embalagens de BOPP, usadas para o acondicionamento de salgadinhos. para a fabricação de 8 mil pallets plásticos, que serão utilizados pela empresa fabricante de salgadinhos para o transporte de seus produtos.
 
REFERÊNCIAS
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 13.230: embalagens e acondicionamentos plásticos recicláveis – identificação e simbologia. Rio de Janeiro, 2008. 8p.http://bagarai.com.br/embalagens-metalizadas-de-bopp-sao-reciclaveis.html

BLOG ADESIVO EMBALAGEM. Projetando Embalagens Laminadas: a tecnologia em camadas. Disponível em: < http://www.blogadesivoembalagem.com.br/>. Acesso em: 16 Jun. 2012.

CETEA. Simbologia de reciclagem para laminados de BOPP.  Disponível em: <

INSTITUTO DE EMBALAGENS. NAPOLITANO, Assunta (org.). EMBALAGENS: design, materiais, processos, máquinas e sustentabilidade. 1ª Ed. Barueri: Instituto de Embalagens, 2011.

COLTRO, L.; GASPARINO, B.F.; QUEIROZ, G.C. Reciclagem de materiais plásticos: a importância da identificação correta. Polímeros: Ciência e Tecnologia. São Carlos, v. 18, n. 2, p. 119-125, 2008.

COLTRO, L. Embalagens Plásticas flexíveis vs meio ambiente: problema ou solução? Curso “Embalagens plásticas flexíveis: propriedades e avaliação da qualidade”. Campinas: CETEA/ITAL (Palestra) (2002).

PLASTIC NEW ZEALAND. The Plastic Identification Code – Bottoms up! Recycling plastic is easy at work and at home. Disponível em: < www.plastics.org.nz>.
Acesso em: 20 jan. 2009.

PLASTIVIDA. Desempenho e perspectiva da reciclagem dos plásticos no Brasil. Disponível em <
www.plastivida.org.br>. Acesso em 9 de dezembro de 2008.

ESMERALDO, F.A. Monitoramento dos índices de reciclagem mecânica de plástico no Brasil (IRmP). São Paulo: PLASTIVIDA (Palestra) (2008).

 
OUTRAS REFERÊNCIAS
 
 
GOMES, Tatiana. Papel sintético feito de plásticos reciclados é um dos cinco finalistas do GreenBest 2011. Blog da Pack. Acesso: http://www.pack.com.br/blog/index.php/tag/vitopaper/
PAPEL sintético de plásticos reciclados chega ao mercado. O Serígrafo. ed. 174, p. 24. out., 2010. Acesso: < http://www.oserigrafico.com/pdf_jornal/174.pdf>.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Os vários 'R's do consumidor consciente


Para a Superinteressante

Começou com três. Reduzir, Reutilizar e Reciclar eram os 3Rs do consumidor consciente há  cerca de dez anos. A missão já não era fácil, mas se resumia em preferir produtos “ecologicamente corretos”. Você se lembra? A gente ainda usava as quatro cores da reciclagem para separar plástico no vermelho, metal no amarelo, papel no azul e vidro no verde.

Daí fomos incluindo as pilhas e baterias, embalagens longa vida que misturam plástico, papelão e metal, e outras coisas que complicaram as já confusas cores da reciclagem. A solução foiprofissionalizar a triagem dos materiais recicláveis e deixar com o consumidor apenas a escolha entre o cesto de “secos e recicláveis” versus “orgânicos e molhados”.

Pois é, mas isso nem de longe diminuiu nossa responsabilidade ao consumir. Não demorou muito para chegar um R desafiador e se colocar na frente dos outros 3Rs: Repensar. Hum, esse até dói: repensar significa reciclar suas ideias, rever todo seu hábito de consumo e lembrar que a sociedade e o planeta são impactados por ele.

 a missão já ficou mais complexa. Além de preferir os produtos que de cara são mais ecológicos, o consumidor consciente passou a boicotar aqueles ligados a trabalho escravo, desmatamento, perda da biodiversidade, etc. Era o quinto R chegando: Recusar.

Consumidores mais ligados impulsionaram as empresas em direção à ética. Yes, o poder das massas!  Mas todo poder implica Responsabilidade. Assim mesmo, com R.

No final das contas, feitas pelo Instituto Akatu , o consumidor consciente deve carregar consigo, além da ecobag, 8 Rs:

1 – Refletir: Lembre-se de que qualquer ato de consumo causa impactos do consumo no planeta. Procure potencializar os impactos positivos e minimizar os negativos;

2 – Reduzir: Exagere no carinho e no amor, mas evite desperdícios de produtos, serviços, água e energia;

3 – Reutilizar: Use até o fim, não compre novo por impulso. Invente, inove, use de outra maneira. Talvez vire brinquedo, talvez um enfeite, talvez um adereço;

4 – Reciclar: Mais de 800 mil famílias vivem da reciclagem hoje no Brasil, quer fazer o bem? Separe em casa o lixo sujo do limpo. Só descarte na coleta comum o sujo. Entregue o limpo na reciclagem ou para o catador;

5 – Respeitar: A si mesmo, o seu trabalho, as pessoas e o meio ambiente. As palavras mágicas sempre funcionam: “por favor” e “obrigado”;

6 – Reparar: Quebrou? Conserte. Brigou? Peça desculpas e também desculpe;

7 – Responsabilizar-se: Por você, pelos impactos bons e ruins de seus atos, pelas pessoas, por sua cidade.

8 – Repassar: As informações que você tiver e que ajudam na prática do consumo consciente. Retuite, reenvie e-mails

E aí, o que achou da nova família? Quais Rs você leva consigo quando vai às compras?

FONTES
AMARAL, Ana C. Atenção, consumidor: a família dos “R”s cresceu! In.: CINTRA, Lydia. Blog Idéias verdes. Superinteressante. 11 jul 2012
Equipe Akatu. Pratique os “Oito R’s” neste fim de ano. Instituto Akatu. 05 dez 2011


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Textos para entender a Conferência Rio+20

Estamos a menos de três meses do início Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. De agora em diante, os debates irão esquentar. Para conhecer a base dessas discussões, ((o))eco disponibilizou uma lista dos documentos oficiais que são essenciais para acompanhamento dessa discussão. Postei aqui para divulgar melhor esses documentos.

O site oficial do evento coloca como questões centrais da Conferência a contribuição da “economia verde” para o desenvolvimento sustentável e a eliminação da pobreza, com ênfase sobre a estrutura de governança internacional na área do desenvolvimento sustentável.

terça-feira, 20 de março de 2012

Benchmarking Brasil: práticas de sustentabilidade


O que é?        
  O Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro é uma iniciativa independente de fomento a sustentabilidade que tem por objetivo central a difusão, fortalecimento e incentivo a adoção das boas práticas socioambientais nas empresas e instituições brasileiras atuantes nos 03 setores da economia. É uma iniciativa brasileira com abrangência e reconhecimento internacional.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Projeto cria o PIB Verde no Brasil

Pelo projeto, além dos critérios econômicos, o cálculo do PIB deverá levar em conta o patrimônio ecológico nacional.

Otávio Leite
Foto: Beto Oliveira
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Otavio Leite: o cálculo do PIB deixa
 de lado uma das maiores riquezas
 do País, seu patrimônio ecológico.
      Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2900/11, do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), que estabelece o Produto Interno Bruto (PIB) Verde.
      Pelo projeto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo do PIB, divulgará anualmente também o PIB-Verde, em cujo cálculo será considerado, além dos critérios e dados econômicos e sociais tradicionalmente utilizados, o patrimônio ecológico nacional.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Edifício de 30 andares construído em 360 horas

Foi na província de Hunan, China que o um edifício de 30 andares foi construído em exatas 360 horas, ou seja, em 15 dias. Essa façanha somente foi possível graças às tecnologias sustentáveis desenvolvidas pela Broad Sustainable Bulding

Este empreendimento de 17.000 m2, utilizou 333 blocos pré-moldados, 200 operários em 3 turnos diários. Os blocos externos possuem 15 cm de espessura onde possuem um sistema de isolamento que ao mesmo tempo recupera calor poupando energia luminosa. Por terem sido fabricadas sob medida, os blocos reduziram o tempo de obra.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Educação para a Sustentabilidade

Estamos vivendo uma epopéia de ideias a respeito da sustentabilidade. Temos aqueles que agem por meio de uma atitude radical ecológica como também há aqueles que contribuem por meio de uma simples atitude, o de jogar o lixo em uma lixeira.

Porém estas atitudes são muirto individualistas ou posso dizer até egoístas perante o tobo. Vivemos numa grande sociedade, complexa e globalizada onde tais atitudes não surtem efeito apenas mascaram a consciência do cidadão.
O grande desafio é estimular mudanças de atitude e comportamento nas populações, uma vez que as capacidades intelectuais, morais e culturais do homem nos impõem responsabilidades para com outros seres vivos e para com a natureza como um todo. 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Furoshiki: solução sustentável

Técnica que usa apenas lenços para embalar qualquer coisa, dispensando sacolas plásticas e de papel.

Isao Yokoyama usa roupas de samurai, como os antigos guerreiros japoneses, mas ele é um samurai moderno, que usa a internet para vencer a guerra contra o desperdício e a favor da ecologia. Em matéria exibida no Jornal Hoje (27.dez.2011), o jovem tem um blog e faz vídeos mostrando uma antiga técnica japonesa chamada furoshiki, que utiliza lenços para embalar qualquer coisa. A grande vantagem é que os lenços podem ser usados centenas de vezes. 

Essa técnica japonesa também é ecológica porque elimina a necessidade de sacolas plásticas na hora das compras. Para ver o furoshiki aplicado na prática, o samurai comprou ingredientes para um jantar e uma garrafa de suco em um mercadinho de bairro. No caixa, ele mesmo embrulha tudo. Não precisa nem de embalagem para proteger a garrafa de suco, basta um lenço e algumas dobras e nós para fazer uma sacola de plástico economizada.
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