sábado, 30 de abril de 2011

Chega de sacolas plásticas

É o comentário da semana.
Na reportagem "Sacolas sairão de cena em novembro" do Diário da Grande ABC as sacolinhas não terão mais espaço em São Paulo a partir de novembro de 2011. 'O acordo realizado entre o governo do Estado de São Paulo e a Apas (Associação Paulista de Supermercados) prevê que até meados de novembro a distribuição de sacolinhas plásticas nos supermercados será extinguida'.

Também na reportagem "O eterno drama das sacolas plásticas nos supermercados" do Blog Qualidade On Line aborda o questionamento do 'fato da sacola plástica apresentar o menor peso dentre as opções analisadas, ela apresenta, em seu processo produtivo, a menor geração de CO2 frente às outras opções', mas o fato que ela representa um dos requisitos mais importantes de uso em nosso cotidiano. Se nós enchergamos que a sacolinha plática é inerente ao nosso processo de consumo, poderemos em fim desprendermos daquilo que é futil e assim diminuir os prejuízos subsequentes que ela gera.


Vejamos alguns exemplos:
De um ato tão inocente...
e após descarta-los...

Ainda bem que não é somente isso. Temos anjos que conseguem ver uma reutilização delas bem como aqueles que mostram o caminho correto da reciclagem.
Também nos endereços:
http://sustentabilidade-tecnologica.blogspot.com/2011/04/rota-da-reciclagem-recycling-route.html
http://www.plastivida.org.br/2009/Recicladores_Busca.aspx

Mais informações:
http://www.portalapas.org.br
http://www.plastivida.org.br
http://www.sacolinhasplasticas.com.br
http://www.ecobags.com
http://www.ecobags.co.uk
http://www.futurebags.co.uk

2 comentários:

  1. Maior sacanagem. A população vai continuar precisando de embalagens para o lixo de casa.
    Saem as sacolas plásticas e entram os sacos pretos de lixo. Continuam os pedaços de plástico soltos na natureza(que é o real problema) e nós ficamos com menos grana no bolso.

    Acabar com as sacolas de mercado é medida pra inglês ver.

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  2. É verdade. E posso afirmar que nenhuma destas instituições reduzirá o preço dos produtos ao final. Contudo, o problema não se resume a um simples saco de lixo, e ao comércio que lucrará com a dispensa da compra destes modelos de empacotamento e transporte de produtos. Vai além, tem haver com todo uma política local, regional e federal de destino destes elementos. Enquanto não houver empresários interessados na reciclagem destes materiais, tudo ficará estagnado, pois, sairemos da cultura do saco plástico que afeta o meio ambiente, para a degradação da natureza, ou seja, morte, poda das árvores para produzir pacotes de papel, ou então, plantação indiscriminada de eucaliptos, o que comprometerá os solos, tornando-os improdutivos e mortos a médio prazo. Então, e ai, o que fazer? Quero lembrar que o tal plástico degradável, também se constitui em ameaça, e então, o que fazer? Carregar compras na sacola de plástico ou de pano? e se voce esquecer dela?

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